quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

PSD acusa Governo de ter posto Hospital Central do Algarve na gaveta

O PSD acusou hoje o Governo de ter posto na gaveta a construção do Hospital Central do Algarve, assinalando que foi uma promessa eleitoral e que não há verbas orçamentadas para 2008 destinadas a essa obra.

"O Hospital Central do Algarve, que nós deixámos pronto para ser iniciado, vocês pararam e meteram-no na gaveta", acusou o deputado do PSD José Pereira da Costa, numa declaração política, no Parlamento.
O PS, através da deputada Aldemira Pinho, respondeu que o Orçamento do Estado para 2008 não tinha de prever essas verbas e que "todo o processo está em curso no sentido de se abrir o concurso" para a construção do hospital. Aldemira Pinho confirmou que a obra "foi uma bandeira do PS" e concluiu: "Nós continuamos a acreditar no nosso Governo e que em 2012 o Hospital Central do Algarve vai ser uma realidade".
Antes, José Pereira da Costa defendeu, pelo contrário, que "o Governo tenta enganar os algarvios com a novela da construção do hospital" e disse haver sucessivas "declarações contraditórias" do primeiro-ministro e do ministro da Saúde. "O Governo não tem dito a verdade aos portugueses", sustentou.
De acordo com o deputado do PSD, apesar da promessa feita pelo PS na campanha para as legislativas de 2005, o ministro Correia de Campos logo "suspendeu" o lançamento da obra e considerou-a "secundária", sendo depois desmentido por José Sócrates.
Pereira da Costa acrescentou que "em 2007 o primeiro-ministro anunciou mais uma vez o novo hospital", processo que se iniciaria no primeiro trimestre de 2008, com o início da construção em 2009 e a conclusão em 2012.
No entanto, frisou, "o Orçamento do Estado para 2008 não tem a calendarização da obra" e o PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) "não tem qualquer verba para a sua construção".
O deputado do PSD apelou ao Governo para que concretize o Hospital Central do Algarve.O social-democrata advogou que a atitude do executivo socialista no sector da saúde tem sido "economicista" e que no Algarve o encerramento de serviços "entupiu as urgências do Hospital de Faro", onde há utentes atendidos "em condições degradantes".
in Barlavento

PSD organiza jornadas parlamentares a 14 e 15 Janeiro no Algarve

As próximas jornadas parlamentares do PSD vão realizar-se a 14 e 15 de Janeiro, no Algarve, e irão incluir visitas a zonas desertificadas do sul do país, o líder da bancada social-democrata Pedro Santana Lopes.

Em declarações aos jornalistas no Parlamento, Santana Lopes adiantou que um dos locais a visitar pelos deputados será a Serra do Caldeirão. As últimas jornadas parlamentares do PSD realizaram-se em Maio, em Barcelos, e foram subordinadas aos temas da Saúde e da Cultura. Tradicionalmente, as jornadas parlamentares são encerradas pelo líder do partido.
Desta forma, e apesar do actual presidente social-democrata não ser deputado, estas jornadas parlamentares poderão ser aproveitadas por Luís Filipe Menezes para se dirigir mais uma vez aos parlamentares do seu partido, à semelhança do que já fez uma vez, quando se deslocou à Assembleia da República para participar numa reunião da bancada.
in Barlavento

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

LAGOA vai a Alvalade defrontar o Sporting para a Taça de Portugal


Mais uma equipa algarvia se atravessa no caminho do Sporting na Taça de Portugal.
Desta vez, será o Grupo Desportivo de Lagoa a defrontar os leões, em Alvalade, na 5ª eliminatória da prova rainha do futebol nacional.
Os encontros da quinta eliminatória da Taça de Portugal estão agendados para 20 de Janeiro de 2008.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Lagoa quer acabar com carros abandonados na via pública

A Autarquia de Lagoa vai assinar um acordo com uma empresa lisboeta com vista a desmantelar e tratar os carros abandonados na via pública. A decisão foi ontem tomada em reunião de câmara. Trata-se de um protocolo de colaboração com a Valorcar – Sociedade de Gestão de Veículos em Fim de Vida, que vai assegurar o tratamento, destruição e reciclagem dos referidos veículos.
O município de Lagoa vai ter a responsabilidade de centralizar a colocação dos veículos num único local vedado, assegurando as condições de segurança dos mesmos. A Valorcar vai depois recolher as viaturas, ficando obrigada a enviar à Câmara Municipal um certificado de destruição dos veículos recolhidos na área do concelho.
“Este protocolo vai, sem dúvida e em função das queixas que chegam amiudadamente à câmara e às juntas de freguesia, ao encontro da resolução de um problema comum e grave no nosso município” salienta a autarquia em comunicado.
in RegiãoSul/DiáriOnline

domingo, 18 de novembro de 2007

JSD-LAGOA no Aniversário da JSD-Faro
























































Susana Miguel (JSD-Lagoa), Deputado Mendes Bota, Andreia Alves (JSD-Lagoa), Bruno Lage (JSD-Faro), Nuno Rio (JSD-Faro) e Bruno Antunes (JSD-Faro) (à esqurda - foto 1);
Sofia Minhalma (JSD-Tavira), Deputado Mendes Bota e Nádia Brito (PSD-Lagoa) (à direita - foto 2);
Susana Miguel (JSD-Lagoa), Nuno Rio (JSD-Faro) e (à esquerda - foto 3);
Andreia Alves (JSD-Lagoa) e Mafalda (JSD-Albufeira) (à direita - foto 4);

A JSD-Lagoa (Algarve) participou no passado dia 9 de Novembro no Jantar de Aniversário da JSD-Faro, no Restaurante Pontinha, em Faro.

A JSD-Lagoa fez-se representar pela sua Secretária-Geral, Susana Miguel, pela sua Vogal da CPL, Andreia Alves e pela militante Nádia Brito.

O jantar contou com a presença do Presidente da Distrital da JSD, Fábio Bota e do Vice-Presidente do PSD e simultaneamente Presidente da Distrital do PSD, o Deputado Mendes Bota, que foi o conferencista da noite.

O Presidente da JSD-Lagoa, Cesário Belém, impedido de participar por razões profissionais, não pode deixar de enviar os desejos de: "Feliz Aniversário, JSD-Faro".



















Lagoa é o 4.º Município menos gastador em Iluminação Natalícia, investindo menos 51% que a média regional


O Município de LAGOA é o 4.º menos gastador em iluminação de Natal dos Municípios do Algarve, segundo dados divulgados pelo jornal diário "Correio da Manhã" no passado dia 16 de Novembro.
Das Câmaras que divulgaram as verbas a gastar, Albufeira figura no topo da lista, ao investir €300.000 em iluminação natalícia, já no ponto oposto, encontramos Aljezur, com um investimento estimado em €25.000.
LAGOA prevê investir apenas €70.000 (setenta mil euros) em iluminações natalícias, ou seja, menos 51% que a média regional e menos 77% comparativamente com Albufeira, o Município com mais gastos.

domingo, 4 de novembro de 2007

domingo, 28 de outubro de 2007

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Recepção a Professor 2007 em Lagoa

No próximo dia 30 de Outubro, o Hotel Almansor Tivoli recebe a “Recepção ao Professor 2007”, uma iniciativa da Câmara Municipal de Lagoa que se inicia pelas 19:00 horas. A cerimónia de abertura vai contar com a presença do director regional de Educação do Algarve, do presidente da Câmara Municipal e do vereador do Pelouro da Educação.
Segue-se uma homenagem aos professores aposentados no ano lectivo passado. Vai ser também apresentada a obra “Avaliar, Reflectir, Melhorar” por Maria Augusta Reis. Segundo a autarquia “esta iniciativa que tem como objectivo primordial dar as boas vindas aos professores que iniciam funções pela primeira vez nas escolas do concelho, vai também permitir proporcionar a todos os educadores/professores um momento de convívio e prestar ainda uma singela homenagem àqueles que durante toda a sua vida se dedicaram à educação e ensino e que terminaram a actividade em escolas do concelho de Lagoa”, refere a autarquia em comunicado.
in Jornal Região Sul / DiariOnline

terça-feira, 23 de outubro de 2007

OE não tem um cêntimo para o novo Hospital Central

A Comissão Política Distrital do PSD Algarve, na análise feita ao Orçamento de Estado para 2008, considerou que, para o Algarve, apenas há «propaganda e retórica», no que diz respeito aos hospitais algarvios.

O Orçamento de Estado para 2008 não destina qualquer verba para o futuro Hospital Central do Algarve, denunciou a Comissão Política Distrital do PSD algarvio. Os social-democratas do Algarve criaram um grupo de trabalho, coordenado por Mendes Bota, no qual se integram os autarcas eleitos para os executivos municipais, com a finalidade de apreciar de forma «cuidada e exaustiva o Orçamento do Estado, bem como as verbas inscritas em PIDDAC e a sua adequação às necessidades da região».
A Comissão Política Distrital do PSD/Algarve esteve reunida na noite de segunda-feira e considerou que a «apresentação da proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2008 constitui não só a antecipação das principais medidas e obras a serem realizadas no ano seguinte, mas, também, a confirmação ou o desmentido de promessas que, de forma dispersa, o Governo foi fazendo ao longo de cada ano».
Segundo o PSD Algarve, e numa primeira análise, são várias as perplexidades que o documento suscita, realçando os social-democratas que, entre elas, nota-se a «ausência de qualquer verba para o futuro Hospital Central do Algarve». Em Julho de 2007, o ministro da Saúde Correia de Campos esteve em Faro, onde anunciou que, «aprovado o perfil do novo Hospital, de imediato se procederá à preparação do seu programa funcional e a todo o trabalho conjunto de preparação do lançamento da Parceria Público-Privada (PPP) com o nosso parceiro Ministério das Finanças, e espera-se que o concurso público possa ser lançado no início de 2008, desenvolvendo-se antes disso a preparação do estudo estratégico económico-financeiro e dos documentos concursais, que já demos instruções para se iniciar».
Pergunta, então, o PSD Algarve: «será possível lançar um concurso público para o início de 2008, visando a constituição de uma parceria público-privada para a construção (e eventual gestão) do Hospital Central do Algarve, sem que seja inscrito no Orçamento de Estado, nos seus mapas e anexos, em PIDDAC, um cêntimo que seja para dar início a esses procedimentos?».
Correia de Campos disse, também, na altura que «este é um processo complexo, mas que, com o Governo actual, não parou, não pára, não desacelerará, e segue o seu caminho com grande prioridade na nossa agenda política e social».Ainda segundo a análise dos social-democratas, no relatório que descreve as políticas sectoriais, não há referência ao Hospital Central do Algarve.
Fala-se de facto em 60,1 milhões de euros para os hospitais construídos em parceira público-privada, mas constata-se que essa verba é distribuída pelos Hospitais de Cascais e Braga.«Não serve a desculpa de que se trata de investimentos plurianuais, que só, por essa razão, o Hospital Central do Algarve não aparece. A verdade é que, no mesmo quadro, aparece o Hospital de Vila Franca, que só tem verba atribuída a partir de 2009 e o Hospital de Loures para o qual se prevê dotação orçamental a partir de 2011. Se o Hospital Central do Algarve iria ser lançado no início de 2008, onde está o planeamento plurianual respectivo?», questiona Mendes Bota, líder do PSD Algarve.
A Comissão Política social-democrata recorda, mais uma vez, as palavras do ministro da Saúde, quando este afirmou: «manteremos o nível de investimento no Hospital de Faro, assegurando a sua preparação para o futuro upgrade. O Hospital de Faro foi, aliás, por este Governo, já devidamente reclassificado de nível Distrital em Hospital Central, o que lhe permite beneficiar, justamente, de melhores condições para prestação de cuidados às populações.
A qualidade dos cuidados de saúde não se cumpre na retórica, realiza-se: na proximidade, na melhoria do acesso, na promoção dos cuidados de ambulatório, no alargamento do Serviço Nacional de Saúde aos cuidados continuados, na modernização hospitalar. É o que estamos a fazer no Algarve».
Só que, para esse upgrade, estão previstos, unicamente, 500 mil euros para remodelação e apetrechamento dos serviços farmacêuticos do Hospital de Faro. Para os social-democratas algarvios, a «visita do ministro da Saúde ao Algarve, em Julho, não se traduziu em realizações. Apenas se cumpriu a retórica. E para a retórica do ministro Correia de Campos e do Governo socialista, os algarvios já não têm paciência!».
in Barlavento Online

sábado, 20 de outubro de 2007

Maior centro de congressos do Algarve está operacional no Parchal (Lagoa)

O Pavilhão do Arade já se encontra operacional para receber o Fórum Europeu do Turismo, nos próximos dias 25 e 26 de Outubro. O centro de congressos, localizado no Parchal (Lagoa), foi apresentado na passada noite de sexta-feira a convidados e jornalistas.
Durante a ocasião, o presidente do Conselho de Administração, António Pina, alertou para o facto de se tratar de um "teste", explicando que "não estamos a inaugurar, estamos a experimentar o edifício". A inauguração, sem data marcada, está prevista para o final do ano.

O representante dos investidores públicos afirmou que este é um "espaço preparado para congressos e grandes eventos culturais", chamando-lhe mesmo "o espaço do Algarve". Trata-se sobretudo da forte aposta no segmento MICE (meetings, incentives, congresse and events).

O presidente da Câmara Municipal de Lagoa, José Inácio, congratulou a "importante parceria público/privada, evidenciando a necessidade de "ver esta obra para além do bairrismo e sim num contexto nacional." Frisou ainda o edil a "requalificação da margem esquerda do Arade, onde em breve surgirão outros empreendimentos."

O arquitecto responsável pela obra, Miguel Arruda, recordou que se "procurou manter a memória da antiga construção", nomeadamente a chaminé de tijolo e um casal de cegonhas. O edifício, "construído numa óptica de constante optimização", apresenta uma "relação dicotómica entre o dia e a noite", variando as cores, sendo que "a água que o circunda é a evocação do próprio rio".

O administrador delegado da Solverde, Joel Pais, relembrou que este é um projecto que remonta a Dezembro de 1998 e que desde o início os "privados mantêm a sua posição". Enfatizou também o facto de a Região de Turismo do Algarve ser a grande dinamizadora do projecto, que passou pelas mãos de Paulo Neves, Helder Martins e, agora, de António Pina.

O representante dos investidores privados referiu a "eficiência" desta simbiose entre o interesse público e privado "quando o que está em causa é a actividade económica mais importante da região." Apesar dos atrasos na execução da obra, "as chamadas derrapagens orçamentais não aconteceram, apesar de termos encontrado uma nascente de água".

Finalizados os discursos oficiais, teve lugar o acto de assinatura do contrato de cessão de exploração do Pavilhão do Arade, com o consórcio Expo Arade e Prime Events, escolhido em concurso público internacional, com a duração de sete anos, prorrogável pelo mesmo período.

Recorde-se que a RTA é o maior accionista do Pavilhão Arade (21,66%), seguido da Câmara Municipal de Lagoa (15,72%), Câmara Municipal de Portimão (11,373%), Solverde (10%), Grupo Pestana (9%) e restantes investidores.

Orquestra do Algarve inaugura auditório O auditório do Pavilhão do Arade, com um total de 1000 lugares, o maior do Algarve, foi inaugurado com um concerto da Orquestra do Algarve, dirigido pelo maestro Cesário Costa e com a prestação da violinista Olga Bianca Manescu. Para abrilhantar a ocasião, Mozart, Saint-Saens e Bela Bartók foram alguns dos compositores escolhidos.

O edifício multiusos, ainda não completamente finalizado, tem uma área total de cerca de 9000 m2, distribuídos por três plataformas: restauração, exposição e auditório. No final da noite, os convidados assistiram a um espectáculo multimédia com luzes laser.

in Região Sul Online

Lagoa: Município baixa IMI para 0,4 por cento para desagravar carga fiscal da população

O município algarvio de Lagoa vai baixar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para 0,4 por cento a partir de 2008, como forma de desagravar a carga fiscal da população do concelho.

A taxa a aplicar sobre os prédios avaliados depois de 2003 (altura em que entrou em vigor o novo Código do IMI, que extinguiu a antiga Contribuição Autárquica) "passará de 0,43 para 0,4 por cento", disse hoje à Lusa o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, José Inácio (PSD).
No caso das construções mais antigas, a taxa a aplicar irá manter-se nos 0,7 por cento."Apresentei a proposta de redução do IMI, por considerar que a população de Lagoa é já bastante penalizada pelos impostos governamentais", explicou o autarca.
Segundo José Inácio, a redução da taxa do IMI, além de "desagravar a carga fiscal, pretende criar melhores condições de vida para a população e incentivar o crescimento económico do concelho". Segundo o autarca, a redução do IMI representa uma redução de 650 mil euros no orçamento camarário para o próximo ano, considerando "um esforço apreciável, num município que irá ser penalizado em mais de 200 mil euros no Orçamento de Estado (OE) para 2008".
"É um esforço considerável numa autarquia que tem um orçamento de 40 milhões de euros", lamentou José Inácio, eleito pelo PSD.
Além da redução da taxa do IMI, a autarquia aumentou em 15 por cento, as verbas a transferir em 2008 para as juntas de freguesia do concelho, "o que representa um esforço de cerca de 75 mil euros", revelou o autarca.
in lusa

Pobreza atinge Dois Milhões de Pessoas em Portugal

A população residente Portugal em situação de risco de pobreza era de 19% em 2005, valor traduzido em cerca de dois milhões de pessoas, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os resultados do “Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC) 2005” indicam que a percentagem de população em risco de pobreza subia para 28% no escalão etário com idades superiores a 65 anos.

No grosso da população activa, correspondente ao escalão dos 25 aos 49 anos, este risco era de 15%, o valor mais baixo.

A taxa de risco de pobreza mais elevada era de 42%, registando-se nos grupos compostos por idosos vivendo sós e em famílias com dois adultos e três ou mais crianças dependentes

Em 2005, a distribuição dos rendimentos caracterizava-se por uma acentuada desigualdade: o rendimento dos 20% da população com maior rendimento era 6,9 vezes o rendimento dos 20% da população com menor rendimento.

O impacto das transferências sociais na redução da taxa de risco de pobreza foi de sete pontos percentuais.
in Portal do Cidadão

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Medidas do Bloco de Esquerda para acabar com incêndios :

1 - Despenalização imediata dos incêndios.
2 - Tendo em conta que os incendiários são doentes e socialmente marginalizados, devem ser tratados como tal: é preciso criar zonas específicas para poderem incendiar à vontade.
Nas "Casas deIncêndio" serão fornecidos fósforos, isqueiros e alguma mata. Sob a supervisão do pessoal habilitado, poderão lutar contra esseflagelo autodestrutivo.
3 - Fazer uma terapia baseada nos Doze Passos, em que odoentepossa evoluír do incêndio florestal à sardinhada. Opirómano irá deixando progressivamente o vício: da floresta à mata, da mata ao arbusto, do arbusto à fogueira, da fogueira àlareira, da lareira ao barbecue até finalmente chegar à sardinhada do Santo António e São João.
4 - Quando o pirómano se sentir feliz a acender a vela perfumadaem casa, ser-lhe-á dada alta, iniciará a sua reintegração social e perderá o seu subsídio de incendiário.

Menezes promete estabelecer calendário para regionalização

O novo líder do PSD Luís Filipe Menezes disse ontem que o partido irá estabelecer um calendário para debater a regionalização, pois "apesar de não ser uma prioridade", os sociais-democratas não andarão "a reboque ninguém".

O novo líder do PSD, Luís Filipe Menezes disse hoje que o partido irá estabelecer um calendário para debater a regionalização, pois "apesar de não ser uma prioridade", os sociais-democratas não andarão "a reboque ninguém".
"Queremos marcar o nosso calendário, não queremos andar a reboque de ninguém", afirmou Luís Filipe Menezes, no discurso de encerramento do XXX Congresso do PSD, em Torres Vedras.Por isso, acrescentou, os sociais-democratas vão "debater com seriedade" a regionalização, "apesar dessa matéria não ser uma prioridade".
No sábado, na intervenção que fez no congresso, a ex-ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite, que hoje abandonou o cargo de presidente da mesa do congresso, manifestou "sérias dúvidas" sobre se os sociais-democratas deve abordar a questão da regionalização, sublinhando que se trata de uma matéria "fracturante no partido e na sociedade".
"Não é o melhor momento para abordar uma questão fracturante", considerou, sublinhando que, mesmo o PS, embora "esteja desejoso para lançar o tema", ainda "não se atreveu a tal". "O PSD, se levantar a questão, está a servir de lebre", acrescentou a ex-ministra das Finanças.
Na moção de estratégia global que levou ao congresso, Luís Filipe Menezes defende que o PSD "deve assumir sem preconceitos, a defesa de um processo de regionalização político/administrativa do país, assente nas cinco regiões plano".
in Lusa

Mendes Bota diz que Algarve tem "a mais qualificada representação de sempre" no PSD

O Congresso Nacional do PSD realizado durante o fim-de-semana em Torres Vedras elegeu pela primeira vez directamente um líder da Comissão Distrital do Algarve, Mendes Bota, como vice-presidente da Comissão Política Nacional (PSD).

Segundo disse à Lusa o também deputado à Assembleia da República, o PSD/Algarve obteve a "sua mais qualificada representação de sempre", pois pela primeira vez um dirigente algarvio foi eleito directamente em pleno congresso.Há alguns meses, Macário Correia, ex-porta-voz da candidatura de Marques Mendes, também tinha sido eleito vice-presidente do partido, mas em Conselho Nacional e em substituição de um outro que se demitira.
O presidente da Câmara de Tavira vai integrar a lista do Conselho Nacional, encabeçada por Castro de Almeida, assim como David Santos, vice-presidente da secção de Faro, que ocupava o 10º lugar da lista vencedora.Além do líder do PSD/Algarve, Desidério Silva, presidente da Câmara de Albufeira e da secção concelhia, foi eleito Secretário da Mesa do Congresso, o que também acontece pela primeira vez."Já houve líderes distritais a ser eleitos como vogais, mas em dois órgãos tão representativos como a Comissão Política Nacional e a Mesa do Congresso é a primeira vez", disse Mendes Bota.
O presidente do PSD/Algarve já integrara como vogal da CPN do PSD as equipas lideradas por Mota Pinto (1984), cavaco Silva (1985 e 1986) e Marcelo Rebelo de Sousa (1996 e 1998).
Além de se mostrar satisfeito com os resultados do congresso, Mendes Bota manifestou ainda o seu agrado pelo facto da regionalização ter voltado a integrar os objectivos estratégicos do partido."Houve dezenas de congressistas cujas intervenções foram favoráveis à regionalização, com destaque para a Juventude Social-Democrata (JSD)", afirmou.
in Lusa

domingo, 14 de outubro de 2007

Síntese do XXX Congresso Nacional do PSD

O XXX Congresso do PSD, que hoje terminou em Torres Vedras, consagrou Luís Filipe Menezes como o primeiro líder do partido escolhido em disputa eleitoral directa com outro candidato.
Durante três dias quase não se ouviram vozes dissonantes, apenas alguns "avisos à navegação" como o de José Pedro Aguiar-Branco, que disse que "um dia" poderá estar disponível para se candidatar à liderança, e de Pedro Passos Coelho, que defendeu que o PSD terá de saber primeiro para que quer ser governo antes de o disputar ao PS.
Apesar de Marques Mendes não ter comparecido no congresso, vários apoiantes seus nas directas fizeram questão de estar presentes, tendo alguns deles, como Zita Seabra (que será vice-presidente), aceite mesmo cargos oferecidos por Menezes.
O congresso, onde não se registou a tensão de outros conclaves social-democratas devido ao novo modelo em que o líder já chega eleito, ficou marcado por alguns episódios de maior mediatismo, como aquele em que Menezes convidou Manuela Ferreira Leite para se manter como presidente da Mesa do Congresso.
A resposta foi dada horas depois por Ferreira Leite no mesmo palco, frente a todos os congressistas, e redundou num "não", em nome da renovação.
Grande parte das intervenções, no púlpito do congresso ou nos corredores aos jornalistas, iam no sentido da unidade e da pacificação do PSD após o conturbado processo eleitoral, numa fórmula resumida de forma metafórica por Zita Seabra: "quando se perde não se leva a bola para casa".
Nas suas intervenções, Menezes foi definindo algumas das chaves-mestras ideológicas que vão marcar o seu consulado, como a defesa de uma nova Constituição - uma proposta que já mereceu a adesão de vários nomes, como o deputado Paulo Rangel e o líder do PSD/Madeira, Alberto João Jardim, crítico há anos do actual regime constitucional.
Menos consensual foi a proposta de calendarizar o processo de regionalização, contra a qual se levantaram no palco do congresso as vozes de Manuela Ferreira Leite e de Miguel Relvas.
A proposta de nova Constituição não foi o único momento em que Jardim se deixou encantar pelas ideias de Menezes: hoje, no discurso de encerramento, o novo líder afirmou que as autonomias regionais devem abarcar todas as áreas menos as de soberania directa do Estado, enquanto o líder madeirense acenava que sim com a cabeça.
Menos feliz - mas alegando que a sua infelicidade se devia a uma constipação - parecia Pedro Santana Lopes, que, contrariando todas as expectativas, criadas por si próprio, não interveio no congresso.
Santana Lopes entrou no congresso como putativo candidato à liderança parlamentar do PSD, na sequência de um acordo de colaboração institucional com o líder do partido que o próprio Menezes, já durante o fim-de-semana, garantiu desconhecer.
Entretanto, o tabu sobre quem irá liderar o grupo parlamentar permanece.
Apesar de ninguém assumir uma oposição directa à nova direcção, a lista ao conselho nacional encabeçada por Castro Almeida e conotada com os mendistas conseguiu eleger 17 dos 55 membros do conselho nacional, apenas menos três do que Menezes.
A lista encabeçada por Pedro Duarte, que Pedro Passos Coelho assumiu apoiar, conseguiu eleger nove membros do conselho nacional.
No conselho de jurisdição nacional, Menezes conseguiu eleger cinco dos seus nove membros.
Face à recusa de Ferreira Leite em continuar na Mesa do Congresso, este cargo é a partir de hoje ocupado por Ângelo Correia, mandatário nacional de Menezes na campanha para a liderança, que presidirá por inerência ao conselho nacional.
MSP/VAM/FYC
Lusa/Fim

sábado, 13 de outubro de 2007

«Pseudo-elites ficam de fora»

Falou para dentro e fora do partido.
Num discurso extenso e que começou atrasado, Luís Filipe Menezes falou ao país com postura de Estado, mas não se esqueceu dos opositores internos. Para uns, há lugar na unidade que o novo líder quer para o partido, para outros há «complacência». Mas para as «pseudo-elites desacreditadas e esgotadas» não há espaço neste novo PSD: «Essas ficam de fora, porque é preciso trazer as verdadeiras elites portuguesas».
No XXX Congresso do PSD, em Torres Vedras, Luís Filipe Menezes recordou os nomes de Salvador Caetano, Carlos Queiroz, Laurindo Costa, Poças Martins, Manuel Lemos, entre outros, que o líder eleito em directas se orgulha de ter trazido para o partido. Essas «pseudo-elites esgotadas», sublinhou Menezes, «tem vontade de estar associadas a um partido com a dimensão do PSD, mas não «dão a cara, nem trabalham quando é preciso». «Abrir o partido à sociedade não será dar espaço às elites desacreditadas», garantiu Menezes, que, no entanto, prometeu «tolerância, pluralismo interno e unidade». «Por nossa iniciativa nunca existirão delitos de opinião», disse ainda o autarca de Gaia que deixou um recado para «aqueles que usam o intriga e o insulto contra o partido como promoção pessoal».
Nova Constituição Depois da repreensão para dentro do partido, Luís Filipe Menezes avançou com a ideia de que Portugal precisa de uma nova Constituição. «Portugal precisa de ter a coragem de dizer que é necessária uma nova Constituição; moderna e que rompa com tabus, e equilibrada no que diz respeito à lógica de poderes e que não seja um obstáculo à governabilidade».
Primeiro-ministro não terá tréguas Sócrates não escapou às duras críticas de Menezes, que a partir de hoje não terá tréguas. «Quem não se lembra do primeiro-ministro afirmar, num debate com Santana Lopes, que não iria subir os impostos, nem pôr portagens nas scuts ou tocar nos direitos sociais?». Para o líder do PSD, «o primeiro-ministro rompeu um ciclo de democracia portuguesa ao renegar as promessas eleitorais», um comportamento «imperdoável».
Recuperando as propostas da moção que traz ao Congresso, Luís Filipe Menezes falou do gabinete de porta-vozes que será criado, avisando que, a partir de agora, «cada ministro, cada secretário de Estado vai ter um rosto do PSD à perna». Porque «os portugueses estão à espera do PSD», o novo líder promete «fazer mais e melhor» e preparar o novo ciclo eleitoral com as «eleições regionais nos Açores em 2008 e com esse fôlego» travar as batalhas das autárquicas, legislativas e europeias.
Para Menezes, os autarcas sociais-democratas terão um papel fundamental na nova estrutura do PSD, que o líder «quer ver renovada». Por isso, as listas para o Conselho Nacional congregarão todos - «uns mais conhecidos outros menos experientes, que trabalharam no Governo de Sá Carneiro, Durão Barroso, Santana Lopes e com Marques Mendes no PSD». Num discurso com poucas novidades, Menezes prometeu «fazer mais e melhor a partir de hoje». Por isso, diz o líder, será feito «um combate contra o fatalismo e o pessimismo».
in portugaldiario.iol.pt

Lagoa vai receber menos dinheiro do OE 2008

Os concelhos algarvios de Albufeira, Castro Marim, Lagoa, Lagos, Portimão e Vila Real de Santo António vão receber menos dinheiro do Orçamento de Estado em 2008, enquanto os municípios de Aljezur, Vila do Bispo e Loulé mantêm o mesmo nível de transferências do ano em curso.
De acordo com a proposta do Governo hoje entregue no Parlamento, dos 16 concelhos algarvios, apenas recebem um aumento no montante de verbas a transferir pelo OE os municípios de Alcoutim, Faro, Monchique, Olhão, São Brás de Alportel, Silves e Tavira.
Dos 10 concelhos em todo o país que sofrerão cortes nas verbas do Orçamento em 2008, seis são algarvios, enquanto somente quatro - Óbidos, Benavente, Palmela, Porto Santo – são de outras regiões do país.Dos quatro que mantêm os mesmos níveis, três são algarvios e apenas um não é: Alcochete.
A justificação para as 10 autarquias que sofrem uma quebra «deriva directamente da elevada capitação de impostos que auferem», justifica o secretário de Estado da Administração Local numa nota à imprensa.Apesar dos cortes que vão afectar o Algarve, a transferência de verbas do Orçamento de Estado para os municípios em 2008 vai crescer 4,7 por cento, face a 2007, totalizando 2.406,5 milhões de euros, de acordo com a proposta do Governo hoje entregue na Assembleia da República.
O acréscimo de 108,1 milhões de euros, face a 2007, vai reflectir-se em aumentos de verbas para a esmagadora maioria dos concelhos.De acordo com informação disponibilizada pelo gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, todos os municípios vêem crescer as suas verbas provenientes dos impostos do Estado, à excepção de 14.
O aumento verificado este ano no montante global a transferir deve-se à aplicação do princípio de solidariedade nacional, previsto na Lei de Finanças Locais, que define que os municípios participam na evolução positiva das receitas fiscais.Por outro lado, como está também previsto na lei, os municípios com maior capitação de impostos locais (IMI, IMT e IMV) redistribuem parte dos recursos em benefício daqueles onde estas receitas são inferiores a 75 por cento da média nacional.
Assim, a grande maioria dos municípios (290) sobe cinco por cento e quatro concelhos registam um aumento que varia entre 0,6 por cento e cinco por cento.O OE 2007 canalizou para os municípios 2.298.418,595 euros, valor que não sofria alteração desde 2005.
Quinta-feira, após uma reunião com a direcção da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Eduardo Cabrita explicou que o aumento no OE 2008 foi possível porque «as receitas correram bem» e os municípios também contribuíram com um bom desempenho.Igualmente presente naquela reunião, o secretário de Estado do Orçamento Emanuel Santos sublinhou que nos dois últimos anos a estratégia de consolidação orçamental colocou o país numa posição «muito melhor» do que aquela em que se encontrava em 2005.
De acordo com o anúncio feito pelo primeiro-ministro José Sócrates, em 2007 o défice será de três por cento do Produto Interno Bruto (PIB), metade do verificado em 2005. Em 2007, 88 municípios registaram variações positivas na transferência de verbas, 184 mantiveram e 36 desceram.
in Barlavento Online

Mendes Bota: Encerramento da UNICER em Loulé é “um acto de capitalismo cego”

O presidente do PSD Algarve reagiu ao encerramento da fabrica de cervejas da UNICER em Loulé, considerando que se trata de “mais um acto de capitalismo cego, na linha da globalização económica regida pelos valores mercantilistas e pela procura incessante de mais lucros a qualquer custo”.
Para Mendes Bota “o centro de produção da UNICER de Loulé vai fechar a porta” para se deslocalizar “dentro de Portugal para onde as possibilidades de lucro possam ser maiores”, sendo que “62 trabalhadores ficarão sem o seu trabalho, na sua maioria, em idade difícil de se compatibilizar com mudança de residência, ou com o encontrar de novo emprego”.
Em comunicado o PSD/Algarve “solidariza-se com estes trabalhadores, insta o governo a não facilitar este tipo de encerramento de unidades industriais sem estar provada a sua inviabilidade, e alerta a Câmara Municipal de Loulé para, em sede de revisão do Plano Director Municipal, não consentir qualquer capacidade construtiva no terreno da unidade industrial que ora encerra, evitando assim qualquer operação de especulação imobiliária edificada sobre as cinzas do ganha-pão de 62 famílias algarvias”.
in Região Sul Online

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

XXX CONGRESSO NACIONAL DO PSD

A CPS da JSD-Lagoa, vai organizar, nos próximos dias 13 e 14 de Outubro (sábado e domingo), a partir das 14h e das 18h, respectivamente, na sede da JSD/PSD, o acompanhamento e análise dos trabalhos, em directo (via on-line), do XXX Congresso Nacional do PSD a realizar em Torres Vedras.

A sessão contará com a moderação e comentários de Cesário Belém (Presidente da CPS JSD-Lagoa) e outros convidados.

Para o efeito, convidamos todos os militantes, simpatizantes, amigos e curiosos, da JSD/PSD a participar.
Aparece!
Vem discutir o FUTURO do Partido!

Mendes Bota defendeu Regionalização de Portugal em Estrasburgo

O deputado português Mendes Bota defendeu o avanço do processo de Regionalização em Portugal, numa intervenção proferida no Plenário da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, a decorrer esta semana em Estrasburgo.
Num debate sobre o estado da Regionalização na Europa, o social-democrata Mendes Bota afirmou que, apesar de a maioria dos 47 Estados membros do Conselho da Europa, que se estende de Portugal à Rússia, se encontrar descentralizada com estruturas regionais que são “exemplos de boa governança, de valor político acrescentado, e de participação dos cidadãos nas decisões que respeitam ao seu futuro”, a Europa tem “três velocidades em matéria de Regionalização”.
Segundo o deputado co PSD, “existem Estados com uma autonomia regional aprofundada, incluindo autonomia legislativa, há Estados que cumprem os mínimos da Regionalização administrativa, e existem Estados onde impera o centralismo absoluto”.
Mendes Bota condenou aqueles que “diabolizam a Regionalição, imaginando-a como uma porta aberta ao separatismo ou à independência”. Para o deputado algarvio, “é um falso problema, que se confina em contornos nacionalistas muito minoritários na sociedade europeia, para os quais os utensílios reformistas e de consulta popular da Regionalização constituem a resposta adequada.”.
A título de exemplo, Mendes Bota citou o caso da Espanha, cujas autonomias regionais acabaram por contribuir para a coesão política, económica e social de um país historicamente dividido, bem como nas novas democracias do centro e leste europeu.
O deputado relembrou que “a maior parte dos regulamentos e das directivas europeias têm uma dimensão regional e local na sua aplicação”, pelo que, na sua opinião, o novo Tratado Modificado da União Europeia deve reconhecer o papel fundamental da Regiões e da política regional comunitária, bem como alargar as actuais competências do Comité das Regiões.
A este propósito, lamentou o atraso de Portugal na implementação da Regionalização, o que o leva a ser um raro país representado no Comité das Regiões por autarcas, em vez de governantes regionais, eleitos pelas populações das regiões, como deveria ser.
Mendes Bota terminou a sua intervenção, alertando para a necessidade de ser aprovada a Carta Europeia da Democracia Regional, como instrumento jurídico e estratégico de orientação e de sistematização dos diferentes modelos de organização regional.
in Barlavento Online - 3 de Outubro de 2007 16:38

quarta-feira, 3 de outubro de 2007



Entrevista a Ângelo Correia: “Populismo é nadar no Tejo e fazer de taxista”


Tem uma visão de um PSD mais liberal?
O PSD que tem que perceber que a prioridade do país é a economia. As três prioridades deste Governo são a economia, economia e economia. Colocar Portugal numa plataforma de competitividade, sem isso não há capacidade de resolver os outros problemas sociais. Não posso pôr como prioridade a resolução dos problemas sociais quando não tenho meios.

Tem que ter um partido mais liberal para conseguir ser mais social-democrata?
Um partido que na economia seja mais liberal, mais atento. Capaz de gerar meios necessários para manter um estado social adequado à nossa tradição e aos objectivos da social-democracia.

É uma inversão da lógica actual…
Obviamente. Os objectivos sociais não são o objectivo político, mas uma decorrência do que ocorre na economia. Queremos cortar este nó-gordio de análise e de política que está errado. Estou a dizer o que Luís Filipe Menezes pensa e que subscrevo.

Menezes chegará a 2009 com força para derrotar Sócrates?
Depende de duas coisas. Da modernização do partido, da produção intelectual do PSD, da construção de um programa de Governo alternativo, para que seja um momento de contraponto em relação à não política do Governo. Mas a vitória depende também da erosão ou não do Governo. Se o programa de Menezes for eficaz ajuda a essa erosão.

Dois anos são suficientes?
Não é algo que se faz em quinze dias. Temos que exercer a vida política com o profissionalismo das empresas modernas.

E o PSD tem gente?
E de que maneira. É preciso é mobilizar toda a gente num esforço comum.

O que deve fazer o PSD de diferente, na educação, na justiça…
É uma discussão de todo o partido com a sociedade civil. Mas vamos ter uma diferença em relação ao Governo: em como cortar nas despesas públicas. O problema do país está no excesso do peso do Estado, dos gastos do Estado e das pessoas que estão no Estado. Se não resolvermos isto com o mínimo custo social, mas sempre com algum, não podemos mexer em nada.

E na reforma da Administração Pública. O que farão de diferente?
Não é só na Administração central, é também na local. Não compreendo as autarquias que são os maiores empregadores do país, com várias empresas municipais falidas. Todos os serviços em que há intervenção económica forte o Estado não deve gerir, deve concessionar. O Estado não pode ser árbitro e jogador.

É importante renovar o PSD em toda a linha?
De duas maneiras. Trazer pessoas que estão fora há muito tempo. Segundo, criar uma escola de formação de quadros políticos.

O que traz Menezes até á liderança do PSD?
Uma perspectiva de alguma esperança.

Tem algumas reticências…
É, apenas, a dose normal de percepção das dificuldades que vai enfrentar. Em primeiro lugar, algum enquadramento politico-comunicacional que o começou a hostilizar, acusando-o de populismo.

Menezes não é populista?
Pelo contrário. Populismo é alguém nadar no rio Tejo quando se faz campanha por Lisboa, disfarçar-se de motorista de táxi ou condutor de automóveis.

Está a falar de Marcelo Rebelo Sousa.
Não estou a falar de ninguém em especial. Menezes não é populista, tem é uma capacidade de comunicação com as bases.

Está disponível para trabalhar na sua equipa?
Participei voluntariamente. Mas durante algum tempo para voltar à minha profissão.

Não está disponível…
Para voltar à política activa não. Nunca serei vice-presidente da Comissão Política Nacional, nunca serei um quadro permanente que regressou à política a full-time. Contribuirei em algum órgão do congresso, na medida das minhas possibilidades.

Muitos dos chamados “barões” apoiaram o outro candidato. O que isto significa?
Fiquei chocado por ver um conjunto de pessoas que diziam todos os dias mal de Marques Mendes e no dia a seguir o apoiavam. Senti que havia uma atitude de hipocrisia no apoio à candidatura de Mendes e tive pena dele. Mas também senti a debilidade. Enquanto o bloco político que apoiava Mendes não era convicto, do lado de Menezes havia um desejo de mudança.

Qual era a estratégia desse não apoiantes de Mendes?
Queimá-lo em banho maria.

Quem ganhava com isso?
Ninguém, nem eles próprios. Nem mesmo os que queriam ser solução em 2009 .

Os ditos “cavaquistas”…
Não gosto de misturar o professor Cavaco e o seu nome com alguns movimentos que pretendem sobreviver à custa do seu nome. Cavaco Silva é Cavaco Silva. O cavaquismo não existe sem Cavaco.

Como é que acha que Cavaco vai conviver com esta liderança do PSD?
Bem, porque vai ser respeitadora de duas coisas. Primeiro, da pessoa de Cavaco Silva. Do ponto de vista político, se houver alguma razão em que tenhamos que estar contra, será em privado. Segundo, ninguém espera da futura liderança do partido actos de hostilidade a Cavaco Silva.

Mas a incompatibilidade de perfis entre Cavaco e Menezes é evidente...
Um é mais contido, outro é menos. Os cinco dedos da mão têm funções tão diferentes, mas são essenciais.

A Menezes aponta-se muito a emoção, impulsividade e até inconstância nas decisões..
Chora e emociona-se. Ainda bem. É prova de que é humano, que sofre. Já vi um Presidente da República fazer isso e cada vez que o fazia todos tínhamos um sentimento de afecto. As pessoas não compreendem aquele que é indiferente às emoções.

Mas é um estilo contrário ao de José Sócrates.
Completamente. Mas não sei onde está a virtude: se na transparência ou na ocultação.


in Diarioeconomico.com - 03/Out/2007

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

VITÓRIA ESMAGADORA DE MENEZES NO ALGARVE

Luis Filipe Menezes obteve 69% dos votos junto dos militantes do PSD/Algarve, porventura a mais elevada votação distrital de todo o país, ultrapassando assim todas as expectativas criadas ao longo de uma campanha muito bem estruturada e participada, que teve momentos de grande entusiasmo e fervor político.

Num total de 1.181 votos válidos, Luis Filipe Menezes obteve 808, contra apenas 349 de Luis Marques Mendes. Registaram-se apenas 21 votos em branco. As secções de Monchique (87%), Olhão (82%) e Vila do Bispo (81%), foram aquelas onde a expressão percentual da vitória de Luis Filipe Menezes atingiu maior expressão. Mas foi em Faro (214 votos) e Loulé (123 votos), que amealhou o maior pecúlio da vontade das bases.

Mendes Bota, mandatário distrital da candidatura de Luis Filipe Menezes, na noite da vitória celebrada em Faro perante uma multidão de apoiantes desejou “as maiores felicidades ao novo líder do PSD”, declarou que “o processo de Regionalização deu hoje um grande passo em frente”, dedicou esta vitória à “maravilhosa equipa de dedicados militantes que não se pouparam a esforços nesta campanha”, e relembrou que “o Algarve esteve na linha da frente do apoio a Luis Filipe Menezes, nas alturas em que a caminhada parecia muito solitária”.
Faro, 29 de Setembro de 2007
A Direcção de Campanha do Dr. Luis Filipe Menezes no Algarve

Delegados de Lagoa ao XXX Congresso Nacional do PSD

No passado dia 28 de Setembro (sexta-feira), foram também eleitos os Delegados da Secção concelhia de Lagoa ao XXX Congresso Nacional do PSD, a realizar nos próximos dias 12, 13 e 14 de Outubro, em Torres Vedras.
Foram apresentadas duas listas:
Lista A- José Manuel Pacheco; Mário Vieira; Rui Correia;
Lista B- Joaquim Piscarreta; José Viegas; Paulo Serra;
Os resultados foram 28 votos para a Lista A, 28 votos para a Lista B e um voto nulo;
Os delegados concelhios ao Congresso são:
José Manuel Pacheco e,
Joaquim Piscarreta.

Resultados eleitorais das Directas no Algarve!

Luís Filipe Menezes venceu no passado dia 28 de Setembro a eleição directa para a presidência do PSD, derrotando Luís Marques Mendes, que liderava o partido desde 2005. Uma vitória que começou a desenhar-se menos de uma hora após o fecho das urnas, às 23h00, o que encheu de entusiasmo os apoiantes do autarca de Gaia.

No Algarve, Luis Filipe Menezes obteve 69% dos votos junto dos militantes do PSD/Algarve, porventura a mais elevada votação distrital de todo o país, ultrapassando assim todas as expectativas criadas ao longo de uma campanha muito bem estruturada e participada, que teve momentos de grande entusiasmo e fervor político.

Num total de 1.181 votos válidos, Luis Filipe Menezes obteve 808, contra apenas 349 de Luis Marques Mendes. Registaram-se apenas 21 votos em branco. As secções de Monchique (87%), Olhão (82%) e Vila do Bispo (81%), foram aquelas onde a expressão percentual da vitória de Luis Filipe Menezes atingiu maior expressão. Mas foi em Faro (214 votos) e Loulé (123 votos), que amealhou o maior pecúlio da vontade das bases.

RESULTADOS DA ELEIÇÃO A NIVEL REGIONAL
Secção............Menezes...........Mendes...........Brancos...........Nulos
Albufeira............52......................18.....................1......................1
Alcoutim............11.......................10.....................0.....................0
Aljezur................4..........................3.....................0.....................0
C. Marim...........11........................29....................0.....................0
Faro..................214.......................70....................6.....................1
Lagoa.................34........................20....................2.....................1
Lagos.................50.........................15....................1....................0
Loulé................123.........................51...................2....................1
Monchique........41..........................6....................0....................1
Olhão................103........................21...................2....................0
Portimão............72........................37....................1....................0
S. Brás................14........................11....................4....................2
Silves..................10.......................15.....................1....................0
Tavira.................11.......................23.....................1....................0
V. Bispo...............13........................3.....................0....................0
VRSA..................45.......................17....................0.....................1
TOTAL-------808 ----------349 ----------21 -----------8


post in http://jsd-faro.blogspot.com/

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Um contributo para o Debate Eleitoral do PSD: a 4.ª opção, de certeza a melhor!

“O PSD vive da afirmação permanente. Mas do que precisa, agora, é de ter paciência. E a arte da paciência é aquilo que os seus militantes não estão habituados a cultivar.”
- Filipe Luís, Visão de 20-Set-2007


No próximo dia 28 o PSD realiza eleições directas para a liderança nacional do Partido. Na hora de votar e escolher o futuro do Partido, os militantes de base poderão escolher quatro opções:
A primeira, a continuação de Luís Marques Mendes;
A segunda, a tomada do poder por Luís Filipe Menezes;
A terceira, o nascimento público-político de Castanheira Barros (já não é candidato, todavia foi candidato a candidato);
Por nenhuma destas três primeiras opções servirem ao Partido e ao País, só me resta escolher e apoiar uma 4.ª opção.
Nenhum dos candidatos é conveniente, desde logo, porque nenhum será, em condições normais, “suficiente” para vencer as eleições de 2009. Por outro lado, nenhum apresenta projecto e propostas de oposição capazes de fragilizar um governo de maioria absoluta arrogante e autoritário. Ainda nenhum dos candidatos cria a motivação, o entusiasmo e a envolvência dos militantes de base ou dos cidadãos, para o combate político ao Governo socialista.
Em particular, nunca conseguiria votar Marques Mendes pela sua frontal oposição à Regionalização, pela sua proposta de reforma da Administração Local, pelas suas tentativas de dignificação dos políticos, na qual mistura, confunde e baralha a figura processual de arguido, com condenado, limitando a capacidade eleitoral passiva de homens candidatos do Partido, sem qualquer critério lógico, aplicando a uns e desculpando a outros.
Também nunca conseguiria votar em Luís Filipe Menezes, pelas suas atitudes, já assumidas, de guerrilha interna constante e permanente, mantidas nos últimos anos e pelo constante minar das tentativas de oposição, que resultaram e, em muito, ajudaram na fragilização e exposição ao ridículo do Partido.
Quanto a Castanheira Barros, não é a solução que o partido precisa e procura para líder da oposição e candidato a Primeiro-Ministro. Todavia, é um militante de coragem que atesta a força e capacidade de trabalho das bases. Não chegando tão pouco a ser uma 3.ª via, alternativa ou de reprovação aos outros dois candidatos. Não passando de candidato a candidato, não conseguiu reunir as condições de candidatura para se apresentar a votos.
Como não existem outros candidatos, ou se existem (e acredito que sim) estão a aguardar outros tempos e outras oportunidades, talvez mais próximo de 2009, só resta como única e melhor alternativa o voto em branco.
Porque sempre fui, e sou, exigente, comigo e com os outros, seria absolutamente contranatura apoiar um candidato tendo como premissa: “o menos mau”, “o menor dos dois males” ou “venha o Diabo e escolha”. A decisão é demais importante para ser tomada nestes termos. Recuso-me a apoiar e votar num candidato em que não acredito, com o qual não me identifico, do qual penso ser uma má solução para o Partido e para o País.
É uma questão de consciência e de dignidade cívica enquanto homem e cidadão.
Assim, só poderei votar na 4.ª opção às eleições directas do próximo dia 28 de Setembro: o VOTO em BRANCO. Que não é um voto de cobardia, nem de falta de afirmação ou convicção, é um voto esclarecido, ponderado, convicto e, principalmente, consciente. Porque cada vez que um político decide em consciência é um raio de luz que rompe a escuridão da política portuguesa.
Face a tudo o que ficou exposto, repito: o voto em branco é, de certeza, a melhor opção. Quanto ao resto: é preciso ter Paciência!

Cesário Belém
Militante da JSD-Lagoa
Presidente da Comissão Instaladora da JSD-Lagoa
Candidato a Presidente da CPS da JSD-Lagoa

Esclarecimento

Vem a Comissão Instaladora da JSD-Lagoa (Algarve) apresentar o seguinte

ESCLARECIMENTO

1- A JSD-Lagoa, através dos seus órgãos, é a instituição representativa dos seus militantes, desenvolvendo as suas competências e actividades em estrito cumprimento dos Estatutos Nacionais da Juventude Social Democrata.
Ora, é sua interpretação que numa situação de eleições directas no Partido, o apoio a candidatos é eminentemente pessoal, consistindo no “militante-pessoa”, o único sujeito com capacidade eleitoral activa e passiva.

2- Em consonância com a interpretação anteriormente anunciada, a JSD-Lagoa reprova, desde logo, todas as Comissões Políticas e Plenários, Locais ou Distritais, que votaram e anunciaram publicamente o apoio a candidatos às próximas eleições directas do PSD. E em consonância, reitera que não apoia institucionalmente nenhum dos candidatos.

3- O apoio e voto nos candidatos é uma opção meramente pessoal e exclusiva dos militantes. Pois, numas eleições directas onde o princípio geral é “um militante – um voto” é contraproducente as estruturas partidárias transformarem-se em autênticos sindicatos de voto, na perseguição e em caça dos militantes, num caciquismo desenfreado, sem normas e sem respeito.

4- Consequentemente, os Mandatários, inclusive os Mandatários da Juventude (nacionais, distritais ou concelhios), deverão ser escolhidos com base em critérios da única e exclusiva responsabilidade das Candidaturas, e nunca pelas diversas estruturas partidárias.
Desta forma, a JSD-Lagoa esclarece que os Mandatários da Juventude da Concelhia de Lagoa, foram seleccionados de acordo com este princípio, não participando a JSD-Lagoa na sua escolha, selecção ou indicação.

5- Concluímos, reafirmando que, a Secção de Lagoa da JSD, não apoia institucionalmente nenhum candidato e defende a total liberdade de voto do militante nas eleições do próximo dia 28 de Setembro.

Cesário Belém
Presidente da Comissão Instaladora da JSD-Lagoa (Algarve)

segunda-feira, 17 de setembro de 2007



JSD apresenta campanha de outdoor`s onde denuncia coligação do Bloco de Esquerda com o Partido Socialista na Câmara Municipal de Lisboa

Foi apresentada na manhã de quarta-feira, dia 12 de Setembro, um campanha de outdoor`s que mostra o vereador José Sá Fernandes “de mordaça”, agora calado pelo poder socialista, após as recentes eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa.

A comissão política nacional da JSD, associou-se a várias secções da JSD de Lisboa Lisboa nesta iniciativa.
A referida apresentação contou com a presença do presidente da Comissão política Nacional da JSD Pedro Rodrigues, que acusou o Bloco de Esquerda de "defraudar as expectativas dos lisboetas", manifestando neste momento "um exercício de falta de credibilidade política" na sequência da coligação com o PS na Câmara Municipal de Lisboa.

Pedro Rodrigues criticou ainda que "durante dois anos o engenheiro Sá Fernandes manteve uma postura de justiceiro público na cidade de Lisboa e foi com esse propósito e com essa postura que 6,8 por cento dos lisboetas nele votaram nestas eleições e aquilo que se verifica agora nesta coligação, no mínimo estranha, é que há uma alteração absoluta da postura que o vereador Sá Fernandes e o Bloco de Esquerda protagonizam agora na Câmara de Lisboa".

Questionado sobre a actual coligação na câmara de Lisboa, Pedro Rodrigues adiantou que "o BE manifesta uma postura que defrauda as expectativas dos lisboetas que nele votaram e é bom perceber que na política não basta parecer sério nem apregoar a seriedade, é preciso praticá-la e o que o BE protagoniza neste momento é um exercício de falta de credibilidade política".

De salientar que a referida apresentação estava marcada para o Largo do Rato, porém a Polícia Municipal e a CML não autorizaram a colocação do mesmo neste local, ao que Pedro Rodrigues argumentou "a JSD não aceita que a Polícia Municipal e a CML persigam a JSD nesta denúncia da coligação de que o PS e o engenheiro Sócrates também é cúmplice. Aquilo que a CML e a Polícia Municipal têm de entender é que se o vereador Sá Fernandes está calado, a JSD não vai estar calada".

Os outdoor`s estão colocados no Marquês do Pombal, Jardim da Estrela, Praça de Espanha, Cidade universitária, e na zona de Alcântara.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Lagoa acolhe Fórum Europeu do Turismo

O Pavilhão do Arade em Lagoa vai receber o VI Fórum Europeu de Turismo, a decorrer de 25 a 27 de Outubro, este ano sob o lema “Gestão Sustentável dos Destinos Turísticos”.
Trata-se daquele que é considerado o mais importante acontecimento do sector, e que reúne anualmente os principais responsáveis e intervenientes do turismo europeu.
É uma organização da Comissão Europeia (CE), em conjunto com a Presidência Portuguesa da União Europeia.
O Fórum vai debater a comunicação a ser apresentada pela CE sobre a Agenda 21, analisando as formas e os meios para pôr em prática um Turismo sustentável e competitivo na Europa.
O evento vai contar com três painéis: painel 1 sobre “Gestão e Conservação do Património Natural e Cultural”; painel 2 sobre “Gestão de Recursos e Resíduos”; e painel 3 sobre “Gestão Sustentável: A Responsabilidade das Empresas na Competitividade e na Criação de Emprego”.
O Fórum acolhe ainda a primeira edição do projecto “Destinos Europeus de Excelência”.
E a cerimónia de entrega de prémios aos países participantes em 2007 fará parte integrante do programa oficial.
in Região Sul Online - 5 de Setembro de 2007

FATACIL: SUCESSO E EXEMPLO DA BOA POLÍTICA

Pela grande dimensão e excepcional impacto e cartaz promocional do Algarve no país e no estrangeiro, constitui obrigação fazer público reconhecimento a todos os que tornaram realidade o grande evento que é a FATACIL. Em primeiro lugar, é de catalogar a FATACIL com a palavra que lhe é devida: SUCESSO. Os números falam por si: nas 28 edições os visitantes já ultrapassaram os 3 milhões e os stands rondam já as cinco centenas por ano. É a maior feira a sul de Lisboa.
Apesar de tudo, alguns poderão não atribuir ao facto grande significado, limitando-se a constatar a realidade de hoje. Por isso, para os que são mais jovens e não conhecem a evolução da FATACIL e para quem tiver a memória curta, tem que se dizer que nada aparece feito” e que num mundo global cada vez mais exigente e competitivo afirmar e consolidar uma qualquer iniciativa é extremamente difícil.
Temos sempre que ser ousados e corajosos, mas com a plena consciência de que o SUCESSO dá muito trabalho e que não é fruto do acaso ou da sorte.
É facto que a , então designada por 1.ª Feira Regional de Lagoa, se realizou em 1980, tendo já passado 28 anos. Mas para aqueles que como eu a visitaram nos primeiros anos, com poucas dezenas de expositores (no primeiro ano apenas 12) e um número de visitantes que não chegava aos dois milhares e agora é confrontado com quase cinco centenas de expositores e duas centenas de milhar de visitantes por ano, é caso para dizer: É OBRA.
Desde sempre, tenho feito questão de marcar presença na FATACIL, em funções oficiais, como expositor e participante activo ou como mero visitante. E nesta oportunidade devo dar público testemunho sobre a forma como os responsáveis da FATACIL durante vários anos sempre acolheram e apoiaram as múltiplas iniciativas inovadoras que no âmbito da CEAL e da UNIPRO FRUTAL lhes propusemos, fossem Seminários, Colóquios, informações técnicas e sobre formação profissional aos jovens e empresários, divulgação da Indicação Geográfica Protegida “Citrinos do Algarve”, oferta de sumo de laranja, etc. As entidades que na altura representava tomaram a iniciativa, mas sem a abertura e permanente disponibilidade dos organizadores tudo seria muito mais difícil, ou impossível. Portanto, direi que um dos grandes segredos do SUCESSO da FATACIL é a capacidade e a persistência dos seus promotores, mas também a forma como acolhem, se adaptam e sabem ir de encontro aos expositores que nela participam, além da percepção para cativarem os visitantes.
Outro dos grandes segredos a salientar e que constitui um excepcional exemplo que a FATACIL nos dá, é o que deve ser a BOA POLITICA. O ponto onde quero chegar é este: quem inicia o desempenho de uma determinada função ou cargo público, deve aproveitar ao máximo tudo o que encontra dos seus antecessores e procurar fazer mais e melhor, em vez de anular, atrasar ou o subverter. Infelizmente, por vezes, não é isso o que sucede, considerando os novos detentores do poder que quando mais eficazes forem em “apagar o rasto” de quem esteve anteriormente maior será a sua afirmação, mesmo que tal seja feito à custa da qualidade de vida e progresso daqueles a quem se dirigem as politicas. Lamentavelmente, por exemplo, é isso que está a suceder no actual mandato no Município de Faro, representando assim uma MÁ POLITICA.
Ora, no caso da FATACIL e de Lagoa o exemplo dado é absolutamente paradigmático. Senão vejamos. A constatação é inequívoca: desde a 1.ª Feira Regional de Lagoa apresentada por Joaquim Piscarreta na Freguesia de Lagoa até aos dias de hoje, autarcas do Concelho e das várias tendências político-partidárias, nomeadamente os Presidentes de Câmara, Abel Santos, Jacinto Correia, Joaquim Piscarreta e Dr. José Inácio Eduardo, todos foram aproveitando o que encontraram e experiência adquirida remando sempre para o mesmo lado. E, assim, foram ultrapassando os inúmeros obstáculos e fizeram do nada o tudo e do sonho realidade.
Qual foi o resultado?
O que está á vista: o barco chegou a bom porto e com uma “grande pescaria”, o SUCESSO da FATACIL. Pelo relevante contributo dado ao Algarve e a Portugal, os autarcas e as gentes de Lagoa estão de parabéns. A todos OBRIGADO, que façam ainda mais e melhor e que o vosso exemplo seja seguido, germine e frutifique, ao serviço do progresso e bem estar de todos! Com saudações algarvias.
por José Vitorino in Região Sul Online - 4 de Setembro de 2007

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

MENSAGEM DE LUIS MARQUES MENDES


Há cerca de um ano instituí as directas no PSD. Nunca ninguém o tinha feito. Pretendi, desta forma, reforçar a importância de cada militante do Partido, dar um poder maior às bases do PSD.

Estas são as segundas directas que se realizam. Elas não se destinam apenas a escolher o líder do PSD. Delas vai sair o candidato do Partido a Primeiro Ministro de Portugal. É esta a escolha fundamental de cada militante. Uma escolha muito séria.

Governar em 2009 é a ideia central da minha candidatura. Quero ganhar as eleições para que o PSD possa dar um novo rumo a Portugal.

Por culpa do Governo, Portugal é hoje um País bloqueado. A economia não arranca, o desemprego cresce, o poder de compra baixa, os impostos aumentam, o ensino não melhora, o interior está mais pobre e a saúde mais cara e distante.

Quero um País diferente. Um País com menos impostos, maior criação de riqueza e mais emprego.

Um País com uma classe média forte, com atenção especial às pequenas e médias empresas, com outra educação, com novas oportunidades para os jovens e com maior solidariedade em relação aos mais idosos.

É este o meu desafio: o desafio para o qual peço o seu apoio.

Luís Marques Mendes
in luismarquesmendes.net

MENSAGEM DE LUIS FILIPE MENEZES



Já basta !

A vida de um partido, aberto e plural como o PSD, deve ser debatida junto da opinião pública. É o que acontece nas democracias adultas. É pois importante que, durante os próximos dois meses, os portugueses debatam e tomem posição sobre o que pensam do papel que o PSD deve desempenhar.

Eu cumprirei com as minhas responsabilidades: fazendo e comunicando propostas, mobilizando os militantes e os cidadãos para um grande debate de cidadania.Hoje abordarei três temas: a problemática do pagamento de quotas, os apoios públicos aos candidatos e as fragilidades do Governo.Para poder votar nas “directas” de 28 de Setembro é necessário ter quotas pagas.

Ora, neste momento, o PSD só tem pouco mais de 20% de militantes com quotas pagas. Isso deve-se ao desinteresse em relação ao partido e à forma como se burocratizou esse procedimento.Só se pode pagar quotas na sede central, em Lisboa, por cheque individualizado, por vale postal, ou por transferência multibanco! Com um código PIN!! A relação humanizada, antes assegurada por um velho cobrador, foi substituída por uma relação como a que todos temos, por exemplo, com a EDP!

Acresce a atitude, inqualificável, de quem quer assegurar só o voto de um pequeno grupo de notáveis, de se terem escrito 100 mil cartas a militantes devedores pedindo-lhes que telefonem para a sede do partido a pedir o código que permita o pagamento!

Para tal terão que dar o número de militante e bilhete de identidade e 6 dias depois receberão uma carta com dados que permitirão efectuar o pagamento! Isto se, como está a acontecer, o pagamento não for rejeitado porque falta a certidão de casamento ou divórcio, a assinatura do vale postal não conferir com a do BI, ou, pura e simplesmente, o pagamento ser recusado pelo sistema bancário!!!Tudo isto é triste, tudo isto é feio! Nomeadamente, quando se enche a boca com palavras como credibilidade e consistência. É para mudar este estado de coisas que vou vencer. Mas para isso preciso que todos os militantes lutem contra esta monstruosidade administrativa, pagando as suas quotas e votando.

Contra tudo e contra todos.Na última semana, foi paradigmática a dança dos apoios. Uma candidatura fugiu à discussão sobre a crise que originou, às responsabilidades na queda da Câmara de Lisboa, à falência na frente parlamentar, à mediocridade nas sondagens. Em alternativa, apresentou o apoio de duas centenas de “notáveis”, muitos dos quais só interessados em manter os seus lugares, mesmo que em troca de uma derrota anunciada em 2009.A minha candidatura não se resigna ao insucesso. Quer vencer. Por isso é que jovens autarcas como Ribau Esteves, Telmo Faria, ou Luís Gomes são a minha bandeira. Comigo os jovens quadros e a sociedade civil voltarão a ter no PSD um espaço de afirmação.

É com este PSD que quero construir que o PS terá de se preocupar. Um Governo PS que tem no currículo o recorde das promessas falhadas, do desemprego galopante, do crescimento económico ridículo, da arrogância exercida sobre sindicalistas, jornalistas, funcionários públicos, notários, magistrados, farmacêuticos e tantos outros grupos sócio-profissionais.Este resultado da governação é a garantia de que está aí um povo à espera de um PSD diferente. Solidário, humano e dialogante – que quero protagonizar.

Luís Filipe Menezes in luisfilipemenezes.blogspot.com

MENSAGEM DE CANDIDATURA - CASTANHEIRA BARROS


"Unir o Partido, Devolver o Poder às Bases, Restaurar o Espírito Ganhador"



Estas 3 ideias-força da nossa candidatura estão interligadas : só se consegue unir o Partido se devolvermos o poder às bases e só com o Partido unido é possível restaurar o espírito ganhador.

Proponho-me lutar pela união no seio do PSD, dialogando com todos os que se mostrem disponíveis para o debate de ideias, procurando a conciliação das diversas sensibilidades .Não me enquadro em nenhuma tendência .

Sou pela social-democracia, assente na liberdade de expressão e no pluralismo de opiniões .É tempo de combater o neo-liberalismo levado à prática pelo actual Governo sob a capa de um socialismo travesti . Desde há 6 anos que venho combatendo as políticas do Partido Socialista sobretudo na área do Ambiente, opondo-me tenazmente à co-incineração de resíduos industriais perigosos .À custa, em grande medida, dessa luta, ganhámos as Legislativas de 2002 , a Câmara de Coimbra em 2001 e provocámos uma estrondosa derrota do PS em Setúbal .Outros têm tirado os louros desse esforço e dessa permanente e férrea oposição que venho exercendo contra a obsessão do actual Primeiro-Ministro, que se manifestava já desde os tempos em que era Ministro do Ambiente .

Em resposta ao desafio que me foi lançado por dedicados militantes do nosso Partido aqui estou a disputar a Presidência do PSD com afinco e determinação rumo à vitória que apenas está dependente da nossa vontade livremente expressa através do voto .Comigo na Presidência do Partido não haverá lugar para o esquecimento de quem me tiver ajudado a lá chegar .Sempre cultivei a gratidão em todos os domínios da minha vida e por isso também o farei na Política .

Sou candidato a Presidente do PSD , não necessariamente a Primeiro Ministro .Será o Conselho Nacional do nosso Partido a escolher, no momento próprio, a pessoa com perfil mais adequado para Chefe do Governo, como mandam afinal os Estatutos ( alínea g) do nr. 2 do artigo 18º ) . Não faltam contudo no PSD pessoas habilitadas para o exercício do cargo de Primeiro-Ministro, capazes de empolgar o eleitorado, o que não é manifestamente o caso do Dr. Marques Mendes , nem do Dr. Filipe Menezes .

Para que seja possível a continuidade do debate de ideias que temos vindo a promover é necessário proceder à recolha de 1.500 assinaturas indispensáveis para a viabilização desta minha ( nossa ) candidatura, tarefa árdua em pleno Verão para a qual será necessária a colaboração de muitas pessoas dado o tempo escasso que dispomos para o efeito .O documento que permite subscrever a nossa candidatura pode ser colhido no Capítulo SUBSCRIÇÃO.
O Dr. Marques Mendes conseguiu que fossem marcadas à pressa eleições para a Presidência do nosso Partido, procurando assim inviabilizar o aparecimento de novas candidaturas e restringir o tempo para a procura de apoios .Vamos provar que tal foi um erro crasso, desde logo porque denuncia inequivocamente o medo de perder .Esta mensagem e o site
www.castanheira.net irão ser objecto de sucessivas actualizações , sempre que tal se revele adequado .
Conto convosco para a construção de UM NOVO RUMO PARA O PSD .O nosso partido tem de despir-se de certos preconceitos afirmando-se sem hesitação como um partido com preocupações ecológicas .Comigo na Presidência o PSD será a VIA VERDE PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL .Espero que a Brisa não nos faça pagar direitos de autor por esta nova VIA VERDE .A economia do Hidrogénio será fundamental para nos libertarmos gradualmente da dependência do petróleo . Todas estas e outras ideias serão desenvolvidas nas Sessões de Esclarecimento que vamos promover ao longo da campanha eleitoral em curso .Participe nessas Sessões onde lhe iremos dar a palavra e subscreva a minha ( nossa ) candidatura, fomentando assim o debate de ideias no interior no Partido que tanto estimamos : o nosso PSD .

Recebam um cordial abraço do vosso Companheiro : Castanheira Barros
in castanheira.net

quinta-feira, 26 de julho de 2007

5.ª Mostra do Doce Conventual em Lagoa


Há muito açúcar no Algarve, durante o último fim-de-semana de Julho, o Convento de S. José, em Lagoa transforma-se num templo da gula onde a Doçaria Conventual em conjunto com produtos regionais trará aromas, odores e sabores de um passado sempre actual, gerado no segredo dos Conventos. Nesta festa, que consagramos como a 5º MOSTRA DO DOCE CONVENTUAL.

Este conceito está intimamente relacionado com a difusão do açúcar nas cozinhas dos Mosteiros Portugueses, a partir dos finais do séc. XVI. Foi entre as ordens religiosas de frades e freiras que nasceram algumas das mais ricas receitas de doces da gastronomia Portuguesa.

A Mostra do Doce Conventual, não é só bolos, doces, compotas e mel, pode saborear também bebidas clássicas e regionais; como vinho do Porto, aguardente de medronho e variadíssimos licores. Assista aos espectáculos e bem dispostos momentos de animação, de entretenimento e de cultura … enquanto “frades” e “freiras”, trajados a rigor, vão servindo aquilo que a “plebe” solicita, para consumir … e que, depois, paga à saída, não em cruzados, réis ou escudos, mas em euros.Deve ser notado que a entrada de público no Claustro é gratuita, bem como a assistência aos espectáculos, (aberto entre as 18:00 h e a 01:00 h).

As pessoas só pagam os bolos, os doces, o mel, as compotas ou as bebidas que consomem no local ou que levam para casa, quase tudo confeccionado na “Quinta dos Avós”, uma casa de chá e pastelaria tradicional sedeada em zona rural da vila do Algoz, a poucos quilómetros de Lagoa, um dos mais conceituados fabricantes de bolos e compotas tradicionais da região do Algarve, com a particularidade de cultivarem os seus próprios chás.

Também poderá apreciar os bolos tradicionais de Conceição Amador, de Lagoa, que apresenta iguarias confeccionadas com alfarroba, amêndoa e figo, ao mesmo tempo que divulga os seus livros sobre Doçaria e Cozinha Tradicional do Algarve.

ANTÓNIO MONTALVO COORDENA GRUPO DE TRABALHO DO “REGIÕES, SIM!”

António Montalvo, antigo presidente da Comissão de Coordenação Regional de Lisboa e Vale do Tejo e da Comissão para a Reorganização Administrativa do País, e conhecido especialista em matérias de desenvolvimento regional e local, com vasta obra publicada, Consultor do Conselho da Europa e director da Revista de Administração Local, foi nomeado coordenador do grupo de trabalho do Núcleo de Lisboa do Movimento Cívico “Regiões, Sim!” encarregue de elaborar uma proposta de “argumentário” em defesa das teses da Regionalização.

Além do coordenador, integram este grupo Teigão dos Santos (investigador universitário), Rui Godinho (administrador da EPAL e antigo vice-presidente da Câmara de Lisboa), Mário Teixeira (professor universitário), Carlos Albino Guerreiro (jornalista), Nuno da Câmara Pereira (deputado) e Carlos Matias (advogado).

Outras personalidades poderão ainda vir a integrar a equipa que iniciou funções esta semana, na sequência de uma reunião que juntou os Associados da Região de Lisboa, e onde o presidente do Movimento, Mendes Bota, deu conta dos desenvolvimentos da associação cívica, dos objectivos que a norteiam e da estratégia da sua actuação.

Depois do Algarve, com Adriano Pimpão a coordenar, este é o segundo dos grupos de trabalho com missão idêntica que estão a ser activados nos diferentes Núcleos Regionais do Movimento.

Do cotejo das múltiplas propostas, sairá o “manual prático” sobre as vantagens da Regionalização que o Movimento Cívico se propõe divulgar por todo o país.

A rápida expansão do “Regiões, Sim!” na área de Lisboa foi traçada como um dos objectivos prioritários e imediatos da organização, que não pára de ver crescer o número de adesões, que já quase quadruplicou desde a sua recente criação.

terça-feira, 24 de julho de 2007

ADRIANO PIMPÃO COORDENA GRUPO DE TRABALHO DO “REGIÕES, SIM!”


Adriano Pimpão, professor catedrático da Universidade do Algarve, de que foi reitor até há pouco tempo, e ex-Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional nos governos de António Guterres, foi nomeado coordenador do grupo de trabalho do Núcleo do Algarve do Movimento Cívico “Regiões, Sim!” encarregue de elaborar uma proposta de “argumentário” em defesa das teses da Regionalização.

Vasco Grade, jornalista, será vice-coordenador desta equipa de estudos e reflexão, que agrupa para já onze pessoas da sociedade civil, e cujo objectivo é o de preparar e seleccionar um conjunto de argumentos de fácil entendimento pelo grande público, demonstrativos da necessidade e da urgência da Regionalização.

Além dos coordenadores, integram este grupo Álvaro Anjo (professor), Ana Vidigal (advogada), António Pires de Carvalho (médico veterinário), Bruno Lage (engenheiro do Ambiente), Conceição Branco (jornalista), Mafalda Reis (técnica superior de Turismo), Marcos Guia (engenheiro agrónomo e quadro superior da Ualg), Nuno Antunes (Consultor de Tecnologias da Informação) e Rui Carvalho (professor e empresário).

Outros associados do Movimento poderão ainda vir a integrar a equipa que iniciou funções esta semana.

Mais grupos de trabalho com missão idêntica serão brevemente activados nos restantes Núcleos Regionais do Movimento. É o caso do Núcleo Regional de Lisboa, que está em movimentação nesse sentido.

Do cotejo das múltiplas propostas, sairá o “manual prático” que o Movimento Cívico se propõe divulgar por todo o país.